A escolha dos presentes deste Natal não será baseada apenas pelo preço, mas na opinião dos outros. Esse “outro” acima de tudo será virtual, pois cada vez mais os consumidores consultam as redes sociais antes de pedir o seu presente ao bom velhinho. Sabendo disso, o varejo tem estruturado ações para o social commerce, comércio virtual baseado em plataformas sociais, buscando acima de tudo gerar recomendações positivas para os seus produtos.
O professor de marketing digital da ESPM, Alexandre Marquesi, define basicamente três formas de social commerce: Influenciar a venda, estimular a troca de experiências e envolver os consumidores no processo de criação e desenvolvimento. Todas essas ações possuem um único objetivo, gerar vendas.
Apesar desse modelo de comércio ainda estar engatinhando no Brasil, em outros países, como nos EUA, está a todo vapor. No entanto, o país possui um cenário positivo, contando que neste ano, o comércio online expandiu 26% em comparação com 2010.
Para as empresas que não querem perder a oportunidade, e fechar o ano com chave de ouro neste Natal, são necessários alguns cuidados para entrar nesse segmento. As mídias colaborativas deram voz aos consumidores, podendo ser boas ou ruins para as empresas. Elas permitem espaço para críticas e opiniões negativas, por isso, saber gerenciar as ações é o grande diferencial nesse mercado.
Fonte: Estadão

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